Perante qualquer indivisibilidade temporal,
eu sou o eixo que dá lógica ao colapso cerebral.
Vou do nexo ao sexo.
Perante qualquer volúpia,
ou forçado arranque da minha consciencia,
nada mais me dá "egoico" consolo.
Perante cegos eu sou o rei que vê.
Perante surdos eu sou o rei que ouve.
Perante os vivos eu sou o que morre.
Abraço o abraço e o que é meu por direito.
Longa vida ao rei.
Eu.<
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
sexta-feira, 17 de abril de 2009
sexta-feira, 3 de agosto de 2007
Capítulo Primeiro: Honestidade
Que fosse honesta a balaustrada que nos une
e oponíveis seriam as planas mandíbulas que nos sufocam.
Portões, perpendiculares ao chão mas não ao tecto,
fechando em catadupa anunciada,
um após o outro,
a nossa (e)terna felicidade.
Quebrando o paragrafo.
Mantendo a estrutura.
Finalizo findo e hirto consciente de que mantenho a minha sanidade.
Lanço o adeus ao firme abraço
e não mais os meus olhos se pousam nos teus.
São duros dedos meus, calejados de tanto te agarrar
e atirar ao ar, volátil e simples na tão sua miséria.
Seriam todos estes vocábulos ilustração de uma despedida,
se não fosse eu ver-te em outra vida ou, meu amor, em meus teus nossos honestos sonhos...
e oponíveis seriam as planas mandíbulas que nos sufocam.
Portões, perpendiculares ao chão mas não ao tecto,
fechando em catadupa anunciada,
um após o outro,
a nossa (e)terna felicidade.
Quebrando o paragrafo.
Mantendo a estrutura.
Finalizo findo e hirto consciente de que mantenho a minha sanidade.
Lanço o adeus ao firme abraço
e não mais os meus olhos se pousam nos teus.
São duros dedos meus, calejados de tanto te agarrar
e atirar ao ar, volátil e simples na tão sua miséria.
Seriam todos estes vocábulos ilustração de uma despedida,
se não fosse eu ver-te em outra vida ou, meu amor, em meus teus nossos honestos sonhos...
Clausura: tempo segundo
Volvemos a bombordo os dois.
Afim do fim do mundo.
Um (e)terno abraço na alma.
Não me aflige mais esta calma.
Fica a conversa para depois.
Afim do fim do mundo.
Um (e)terno abraço na alma.
Não me aflige mais esta calma.
Fica a conversa para depois.
Capítulo Primeiro: Aconchego
Acordei eu, hoje, extasiado
por uma saudade tântrica que me aflige.
E eis que dou por mim
num emaranhado de faces e gestos
oblíquos, carcomendo unhas e dedos,
acostumado à acolhedora e valeriana noite.
E eis que ela chega,
e suave me aconchega,
me lembra, do sentido orgasmático, plural da vida...
ego te amo
por uma saudade tântrica que me aflige.
E eis que dou por mim
num emaranhado de faces e gestos
oblíquos, carcomendo unhas e dedos,
acostumado à acolhedora e valeriana noite.
E eis que ela chega,
e suave me aconchega,
me lembra, do sentido orgasmático, plural da vida...
ego te amo
segunda-feira, 30 de julho de 2007
Declaração Primeira
Para ti, para nós, para vós.
Para aquele que vos faz oscilar a vontade,
clamo eu alcoolizado pela honesta balaustrada que nos une:
"sejam vossos os vossos caminhos,
pois não mais caminhais sob o meu reinado"
Para aquele que vos faz oscilar a vontade,
clamo eu alcoolizado pela honesta balaustrada que nos une:
"sejam vossos os vossos caminhos,
pois não mais caminhais sob o meu reinado"
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