Estás aí?
Chove.
Anda cá.
Extrapolação da segurança, minha filha.
Coloquial a humidade se mostra,
no entanto solene fina cabra infiltra-se nos ossos
e quase que a ouço ambiciosa ao paralelismo
de um qualquer jocoso vocábulo de agradecimento.
Gargantuano o grito,
galga a grossa atmosfera tal gárgula
a altura finita, suspensa,
concatenada a uma tangencial estrada
a um qualquer entreposto comercial de segunda.
À beira alcatrão.
À beira óleo.
À beira asco.
(bah.. quase que vomito)
Os ossos. As dores.
Os meus ossos e minhas causticas dores!
Volventes canhões que à pátria vindoura voltais.
Aposto a náusea como trunfo em desgraças anunciadas,
conquanto, é mais a vertigem que me adita a sorte!
Maior a queda que a própria Morte!
É a decadência que agora, eu-velho, mais temo.
Vá, falamos mais tarde..
Depois do tempo que há de vir.
Está chuva, é melhor ires para dentro.
quarta-feira, 4 de julho de 2007
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