Acendo um Cigarro.
Desconfio e adivinho.
Vejo este tão meu mundo
por uma jaula,
e suas disjuntas grades
gradualmente se agrupam
no conjunto que é o seu todo.
Indivisível o factorial que o fracciona,
sou todos sem ser nenhum.
E de todos os que me satisfazem,
é meu desejo ser sua a minha
indissolúvel vontade.
E por mais catársica
que se assente esta tão minha fuga,
é dela que advém a minha verdade.
Sou cão. Sou gente. Sou Pessoa
segunda-feira, 2 de julho de 2007
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário